Se você procura onde assistir o US Open 2026, a resposta curta é direta: no Brasil, o último Grand Slam da temporada é transmitido ao vivo pela ESPN na TV por assinatura, pelo Disney+ no streaming e pelo SporTV, que divide os direitos e leva partidas selecionadas. São três caminhos para acompanhar cada rodada em Nova York.
O torneio principal acontece de 30 de agosto a 13 de setembro de 2026, no complexo Billie Jean King, em Flushing Meadows. Antes disso, a chamada Fan Week abre os portões entre 23 e 29 de agosto. Ou seja: dá tempo de se organizar para não perder nenhuma fase decisiva.
Onde assistir ao vivo: ESPN, Disney+ e SporTV
Diferente de alguns torneios que ficam num único canal, o US Open tem cobertura dividida no Brasil. Na prática, você tem três formas de assistir:
- ESPN (TV por assinatura): transmite os jogos ao vivo, normalmente em duas janelas diárias, com narração e comentários em português.
- Disney+ (streaming): oferece a cobertura mais completa, com várias quadras disponíveis ao mesmo tempo. É o caminho de quem quer escolher qual jogo ver, do celular à smart TV.
- SporTV (TV por assinatura): como divide os direitos dos Grand Slams, exibe partidas selecionadas do torneio, com transmissão também no streaming do grupo Globo.
Para quem quer o máximo de jogos e liberdade de escolher a quadra, o Disney+ costuma ser o caminho mais completo. Para quem já tem TV por assinatura, ESPN e SporTV resolvem as partidas principais. Vale o alerta honesto: não existe transmissão ao vivo legal e gratuita do US Open 2026 no Brasil. Sites que prometem “link grátis” são instáveis e de legalidade duvidosa.

Datas, horários e fases do torneio
O US Open 2026 se estende por duas semanas de chave principal. Guarde as datas que organizam o torneio:
- Fan Week: 23 a 29 de agosto (atividades e jogos de exibição).
- Início da chave principal: domingo, 30 de agosto.
- Quartas de final: 8 e 9 de setembro.
- Semifinais: feminina em 10 de setembro, masculina em 11 de setembro.
- Finais: feminina no sábado, 12 de setembro, e masculina no domingo, 13 de setembro.
Sobre os horários, a lógica ajuda quem vai acompanhar do Brasil. Nova York está uma hora atrás de Brasília nesta época do ano. As quadras externas costumam abrir por volta das 12h no horário de Brasília, a sessão diurna da Arthur Ashe começa por volta das 13h, e a badalada sessão noturna, palco dos maiores jogos, arranca perto das 20h no horário de Brasília e pode virar a madrugada.
Como o tênis não tem horário fixo de término, o ideal é conferir a programação do dia na ESPN ou no Disney+, principalmente nas fases finais, quando os confrontos ganham horário nobre.
Os favoritos: Alcaraz e Sinner de novo
O tênis masculino vive hoje uma rivalidade que domina os Grand Slams. Carlos Alcaraz é o campeão de 2025, quando bateu Jannik Sinner na final e reassumiu a liderança do ranking. O espanhol chega como um dos grandes favoritos para defender o título em Nova York.
Do outro lado, Jannik Sinner segue como o principal rival. O italiano e Alcaraz protagonizam as decisões mais importantes do circuito, e um novo capítulo dessa disputa é o roteiro mais provável também em 2026.

No feminino, a bielorrussa Aryna Sabalenka é a favorita e defende o título: em 2025, ela venceu Amanda Anisimova na final e se tornou a primeira tenista a defender a taça do US Open desde Serena Williams, em 2014. Anisimova, vice no ano passado, aparece de novo como uma das ameaças ao topo.

O Brasil no US Open
Para o torcedor brasileiro, o US Open também tem representante para acompanhar. A paulista Beatriz Haddad Maia é a principal tenista do país no circuito e, quando entra em quadra em Nova York, costuma jogar em horário acessível para quem acompanha do Brasil. Vale ficar de olho na programação diária para não perder os jogos dela e dos demais brasileiros na chave, incluindo as duplas.
As fases que você não pode perder
Se não dá para acompanhar todos os dias, vale reservar tempo para os momentos em que o torneio esquenta:
- A primeira semana à noite, quando favoritos entram na Arthur Ashe sob os holofotes e surgem as primeiras zebras.
- As quartas de final (8 e 9 de setembro), quando os grandes nomes começam a se cruzar.
- As semifinais (10 e 11 de setembro), já com o público em clima de decisão.
- As duas finais: feminina no sábado (12) e masculina no domingo (13), o encerramento da temporada de Grand Slams.
O que o US Open ensina sobre alta performance
Mais do que um torneio para assistir, o US Open é uma aula de constância sob pressão. Duas semanas, sete partidas para chegar ao título, calor, sessões que viram a madrugada e um público barulhento como em nenhum outro Grand Slam. Vence quem mantém a cabeça fria ponto a ponto, não quem tem só o melhor golpe.
Essa é a lição que atravessa a tela para qualquer atleta. Regularidade bate talento isolado. O tenista que sustenta o nível em todas as rodadas, que gerencia energia e emoção entre um jogo e outro, chega inteiro na final. Quem depende de um dia inspirado cai antes. No seu treino e na sua rotina, o princípio é o mesmo: performance de verdade se constrói na consistência, não no lampejo de um ponto.
Ligue a ESPN, o Disney+ ou o SporTV, acompanhe as partidas e observe. O US Open é, ao mesmo tempo, o melhor espetáculo do tênis e uma das melhores aulas de mentalidade que o esporte tem para dar.
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