Antes da grande final de domingo, a Copa do Mundo de 2026 ainda tem um jogo para valer: a disputa de 3º lugar, marcada para o sábado (18), às 18h de Brasília, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ela reúne os dois perdedores das semifinais, e desta vez com um detalhe raro.
Pela primeira vez na história dos Mundiais, as quatro seleções mais bem colocadas no ranking da Fifa chegaram juntas às semifinais: França, Espanha, Inglaterra e Argentina. Sem o Brasil, que não avançou a esta fase, o chamado “jogo dos derrotados” vai colocar dois gigantes frente a frente.
Como se define a disputa de 3º lugar
As semifinais acontecem antes. França e Espanha se enfrentam na terça-feira (14), no AT&T Stadium, em Dallas. Inglaterra e Argentina duelam na quarta-feira (15), no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. As duas partidas começam às 16h de Brasília.
Quem perder cada semifinal cai para a disputa de sábado, em Miami. Quem vencer avança para a final de domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Por isso os dois times do jogo de 3º lugar só serão conhecidos na quarta à noite.

Um pódio de gigantes
A combinação de semifinalistas garante que a disputa de 3º lugar terá pelo menos duas das seleções favoritas ao título. Para quem perder a semifinal, é a chance de fechar o Mundial com uma medalha e alguma reparação, dois dias depois da maior frustração do torneio.
A Argentina, atual campeã do mundo, chegou até aqui após vencer a Suíça na prorrogação e pode ser uma das protagonistas desse jogo. Vale relembrar como foi a classificação argentina rumo à semifinal.
Onde assistir à disputa de 3º lugar no Brasil
A CazéTV transmite os 104 jogos da Copa do Mundo de 2026 pelo YouTube, o que inclui a disputa de 3º lugar. A TV Globo detém os direitos de TV aberta e também exibe as fases finais. A partida acontece no sábado, às 18h de Brasília.
O que o “jogo dos derrotados” ensina sobre alta performance
A disputa de 3º lugar carrega a fama de jogo que ninguém quer, e é justamente aí que ela revela caráter. Voltar a campo dois dias depois de perder a semifinal de uma Copa, com a cabeça ainda no que escapou, é um exercício de resiliência mental que poucos ambientes cobram.
Encerrar bem, mesmo depois da decepção, é o que separa o profissional maduro do que se entrega quando o sonho maior acaba. No esporte de alto rendimento, saber competir sem o prêmio máximo em jogo diz tanto sobre um atleta quanto uma vitória em final.
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