
CazéTV e R$ 2 bi: a transmissão esportiva no YouTube virou o jogo
Transmissão esportiva no YouTube: 21,1 milhões de aparelhos ao mesmo tempo, R$ 2 bi em cotas e o que muda no patrocínio do esporte brasileiro.

Transmissão esportiva no YouTube: 21,1 milhões de aparelhos ao mesmo tempo, R$ 2 bi em cotas e o que muda no patrocínio do esporte brasileiro.

A Live! entrou no mercado de suplementos com a Welz em 28 de agosto. Os preços, o que diz o rótulo e por que 15 g de colágeno não são 15 g de whey.

A collab FuelTech by Lotse nasceu em março com dois volantes e virou linha de exportação: o FT DragRace e o FT Street R já estão à venda nos Estados Unidos a US$ 249.

A Guday saiu de R$ 11,5 milhões em 2024 para a casa das dezenas de milhões vendendo creatina em bala de goma. Como a marca cresceu e o que o modelo esconde.

A Urso, marca de suplementos da Cimed, estreou em 26 de agosto e esgotou o site em 8 minutos. Os preços, a estratégia de João Adibe e o que o atleta precisa ler no rótulo.

A BYD lidera a disputa pelo naming rights do Morumbi e pode rebatizar o estádio de MorumBYD. Veja quanto vale o nome de cada arena da Série A.

Ipiranga, Mobil e Shell deixaram a Stock Car em menos de três meses. Bradesco e Mercado Livre ocuparam o espaço, e o patrocínio da categoria mudou de setor.

Como o Instagram virou parte do trabalho do atleta: de vitrine de resultado a ferramenta que abre porta de patrocínio, mesmo sem milhões de seguidores.

Como Roger Federer virou bilionário: US$ 131 mi em prêmios, US$ 1 bi em marcas e os 3% da On que hoje decidem se ele segue no clube.

Adriano Buzaid bateu um futuro piloto de F1 em 2010, não teve patrocínio para subir e fundou a Gohobby, que faturou R$ 200 milhões em 2025 com drones.