Tadej Pogačar é, com folga, o ciclista mais bem pago do mundo. Seu salário estimado, entre 6 e 8 milhões de euros por temporada, coloca o esloveno em uma faixa própria, acima de rivais como Remco Evenepoel, Jonas Vingegaard e Mathieu van der Poel. Todos os valores deste ranking são estimativas da imprensa especializada, já que nenhuma equipe do WorldTour divulga contracheque oficial.
Um aviso importante: as cifras abaixo se referem apenas ao salário pago pela equipe. Elas não incluem premiação de corridas, bônus por resultado nem patrocínios pessoais, que no caso dos maiores nomes podem quase dobrar a renda anual. Feita a ressalva, veja quem são os milionários do pelotão.

Quem são os ciclistas mais bem pagos do mundo
No topo estão seis nomes que se repetem em praticamente todas as listas: Pogačar, Evenepoel, Vingegaard, Van der Poel, Van Aert e Roglič. São os corredores capazes de vencer grandes voltas, clássicas monumentais ou ambas, e por isso concentram o maior poder de negociação da modalidade.
Abaixo deles vem um segundo grupo de estrelas consolidadas, com salários entre 2 e 3 milhões de euros. É uma elite pequena: fora desse conjunto, os valores caem rápido rumo à média e ao salário mínimo do pelotão.
O ranking dos ciclistas mais bem pagos do mundo
Os ciclistas mais bem pagos do mundo em 2025 e 2026 formam a tabela abaixo, com base nas apurações de veículos como La Gazzetta dello Sport e Velo. Onde as fontes divergem, usamos a faixa entre a menor e a maior estimativa.
| # | Ciclista | Salário anual estimado (só equipe) |
|---|---|---|
| 1 | Tadej Pogačar | €6 mi a €8 mi |
| 2 | Remco Evenepoel | €6 mi a €8 mi |
| 3 | Jonas Vingegaard | €4,5 mi a €5,5 mi |
| 4 | Mathieu van der Poel | €4 mi a €4,5 mi |
| 5 | Wout van Aert | €3,5 mi a €4,5 mi |
| 6 | Primož Roglič | €3,5 mi a €4,5 mi |
| 7 | Mads Pedersen | ~€2,8 mi |
| 8 | Tom Pidcock | ~€2,5 mi |
| 9 | Egan Bernal | ~€2,5 mi |
| 10 | Carlos Rodríguez | ~€2 mi |
Pogačar, o número 1 disparado
Pogačar não só lidera como abre uma distância clara para o segundo colocado. Ancorado por um contrato com a UAE Team Emirates que vai até 2030, o esloveno tem a combinação que o mercado mais valoriza: domínio esportivo e regularidade absoluta. Somando patrocínios, a renda total dele passou de 12 milhões de euros em 2025.
O detalhamento completo, com contrato, bônus e o império de marcas, está no guia sobre quanto ganha Tadej Pogačar.
Evenepoel e Vingegaard: a briga logo atrás
Remco Evenepoel disparou no ranking nos últimos anos e hoje aparece em faixa próxima à de Pogačar em várias listas, entre 6 e 8 milhões de euros, reflexo do valor de um corredor jovem, campeão olímpico e capaz de vencer no contrarrelógio e na montanha.
Jonas Vingegaard, da Visma Lease a Bike, vem logo atrás, com estimativas entre 4,5 e 5,5 milhões de euros. É o principal rival de Pogačar nas grandes voltas, e o duelo entre os dois nas últimas edições do Tour ajudou a valorizar o passe de ambos. Recentemente, uma queda de Vingegaard mudou o roteiro de uma prova inteira, mostrando o quanto uma equipe depende do seu líder.
Van der Poel e Van Aert: o valor da imagem
Mathieu van der Poel e Wout van Aert ocupam um lugar especial. Nenhum dos dois foca em vencer o Tour, mas ambos estão entre os mais bem pagos porque dominam as clássicas e movimentam audiência como poucos. Van der Poel, da Alpecin-Deceuninck, ainda vence no ciclocross e no mountain bike, o que multiplica seu valor comercial.
São os corredores em que o salário conta apenas parte da história: com patrocínios pessoais de marcas como Canyon e Red Bull, a renda real desses nomes é bem maior do que a cifra de equipe. Só que, sem números públicos, qualquer total seria especulação.
Salário não é tudo: o peso dos patrocínios
O ranking mede salário de equipe, mas a renda de verdade dos astros inclui uma camada invisível de contratos pessoais. Pogačar é o exemplo extremo: ganha cerca de 2 milhões de euros por ano só de patrocínios, além do salário. Para os líderes de imagem, esse complemento pode representar metade dos ganhos.
Isso muda a leitura do ranking. Dois corredores com o mesmo salário de equipe podem ter rendas totais muito diferentes, dependendo de quantas marcas cada um consegue atrair. No fim, a régua real não é só o quão rápido você pedala, é o quanto seu nome vende.
O que o ranking dos ciclistas mais bem pagos do mundo revela
O ranking dos ciclistas mais bem pagos do mundo mostra uma modalidade concentrada: seis nomes dominam o topo, e a distância entre o primeiro e o décimo já é de quatro para um. Fora dessa elite, a queda para a média e o salário mínimo é abrupta.
A lição para quem acompanha esporte é clara: valor de mercado premia o raro, não o bom. Existem centenas de ciclistas excelentes, mas só um punhado vence as provas certas com a regularidade certa, e é esse punhado que leva quase todo o dinheiro. Para entender a base dessa pirâmide, veja quanto ganha um ciclista profissional, do gregário ao campeão.
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Perguntas frequentes
Quem é o ciclista mais bem pago do mundo?
Tadej Pogačar, da UAE Team Emirates, com salário estimado entre 6 e 8 milhões de euros por temporada e renda total acima de 12 milhões somando patrocínios.
Quanto ganha o segundo ciclista mais bem pago?
Remco Evenepoel aparece logo atrás, também na faixa de 6 a 8 milhões de euros em várias listas, seguido por Jonas Vingegaard, entre 4,5 e 5,5 milhões.
Quanto ganha Mathieu van der Poel?
O salário de equipe de Van der Poel na Alpecin-Deceuninck é estimado entre 4 e 4,5 milhões de euros por ano, sem contar os patrocínios pessoais, que elevam bastante o total.
Os valores do ranking incluem patrocínios?
Não. As cifras se referem apenas ao salário pago pela equipe. Premiação, bônus e patrocínios pessoais ficam de fora e podem quase dobrar a renda dos maiores nomes.
Qual equipe tem o ciclista mais bem pago?
A UAE Team Emirates, de Tadej Pogačar, o corredor mais bem pago do pelotão.






